O corpo humano, quando acometido por diversas doenças, sofre um processo degenerativo que pode levar à falência múltipla dos órgãos. Essa condição, se não tratada, tende a levar esse corpo para um triste fim.
Uma analogia inquietante
No Brasil, presenciamos um cenário alarmante que nos leva a fazer uma analogia inquietante. Há anos, nossas instituições, que deveriam ser pilares da democracia e da justiça, encontram-se sob constante ataque. Presidentes da Câmara, do Senado e da República e também de outras repartições públicas, são alvo de inúmeras acusações de corrupção e envolvimento em escândalos. E o mesmo acontece também com muitos(as) candidatos(as) aos cargos públicos.
“Insuficiência reparatória”
Será que o Brasil não está passando por uma espécie de falência múltipla dos Órgãos (públicos)? Essa pergunta ecoa cada vez mais forte, à medida que a corrupção se alastra e compromete a saúde da nossa nação.
A proliferação (no bom sentido da palavra) de siglas como (AGU, STJ, STF, CBF, COB, TSE, etc.) que representam órgãos e entidades que deveriam ser exemplo da ética,da moral e do civismo, muitas vezes envolvidos em denúncias, reforça a impressão de um sistema falido. Se esse quadro persistir, o Brasil corre o sério risco de entrar em um estado crítico, como um paciente na UTI, sofrendo de “insuficiência reparatória” e sem chances de recuperação.
Está na hora da ação
É preciso agir com urgência para reverter esse quadro e restabelecer a confiança na nossa democracia e nosso próprio país! A corrupção é um câncer que corrói as instituições e prejudica a vida de todos os brasileiros. Não podemos mais admitir que a falência múltipla dos Órgãos (públicos) continue a ameaçar o futuro do nosso país.