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Capital vai sediar Conferência da ONU sobre espécies migratórias

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(Reprodução)
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A capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, será a anfitriã da 15ª edição da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias (COP-15), que acontecerá em março de 2026. Este é o maior evento global voltado para a proteção das espécies migratórias. Em 2025, foi divulgado o primeiro relatório sobre as espécies migratórias, que apontou que uma em cada cinco dessas espécies está ameaçada de extinção. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) comemorou a escolha de Campo Grande como sede do evento e enfatizou a relevância do Pantanal como um habitat crucial para a sobrevivência dessas espécies.

Considerada o maior encontro mundial voltado para a proteção da fauna migratória, a COP15 da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Silvestres vai acontecer em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em março de 2026.

Na décima quarta edição do evento este ano, no Uzbequistão, foi lançado o primeiro relatório sobre as espécies migratórias do mundo. Inédito, o texto revela, por exemplo, que 44% dessas espécies apresentaram declínio populacional; e que uma a cada 5 espécies está ameaçada de extinção.

De acordo com a diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Inger Anderse, o relatório mostra que “as atividades humanas insustentáveis estão comprometendo o futuro das espécies migratórias”.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores, o senador Nelsinho Trad, do PSD sul-mato-grossense, celebrou a escolha de Campo Grande para sediar o evento e destacou a importância do Pantanal para as inúmeras espécies migratórias que têm ali o seu habitat. ”Essa conquista reconhece o nosso compromisso, de Mato Grosso do Sul, com o meio ambiente. No Senado, tenho trabalhado muito para que o Pantanal seja prioridade: Garantimos recursos contra as queimadas; defendemos o Estatuto do Pantanal; e aprovamos o debate sobre o plástico zero. Produzir e preservar é possível.”

Nelsinho Trad quer acompanhar os repasses do Fundo Clima Pantanal, que prevê o pagamento por serviços ambientais a produtores que preservam áreas nativas; e a implementação do ‘Pacto Pantanal’ do governo de Mato Grosso do Sul que destina mais de 1 bilhão de Reais em ações de proteção do meio ambiente e de melhoria da qualidade de vida das comunidades locais até 2030. Da Rádio Senado, César Mendes. 

Com a informação a Agência Senado.