O candidato a prefeito pelo PSOL, Luso de Queiroz, reforçou o pedido de impeachment e cobrou respostas e rigor da Câmara Municipal
Um verdadeiro drama se desenrola nos corredores da Câmara Municipal de Campo Grande. Nesta semana, a presidência da Casa recebeu uma resposta da Prefeitura sobre o explosivo pedido de impeachment contra a prefeita Adriane Lopes (PP), apresentado pelo combativo ex-candidato a prefeito, Luso Queiroz (PSOL). Um grito de revolta ecoa contra a gestão desastrosa que ameaça afundar a cidade num abismo de irresponsabilidade!
A resposta, enviada na terça-feira como quem tenta apagar um incêndio com gasolina, está sob os olhos atentos do presidente da Câmara, Papy (PSDB). Ele, em meio a este turbilhão, deve encaminhá-la à Procuradoria da Casa para um parecer sobre o pedido e a frágil defesa da prefeitura, comandada por uma prefeita que parece brincar com o destino da população.
O pedido de impeachment, uma bomba prestes a explodir, não precisará sequer enfrentar o plenário. Papy, com o poder nas mãos, pode arquivá-lo caso julgue que as acusações não têm peso. Apresentado em 17 de fevereiro, o requerimento deveria ter resposta em 30 dias, mas novos fatos chocantes foram adicionados por Luso, reacendendo o processo como uma chama que se recusa a apagar.
Luso Queiroz aponta o dedo para um escândalo de proporções catastróficas: a prefeitura, sob o comando de Adriane Lopes, abriu mão de receita pública num gesto de puro desatino! Dois dias após processar a folha salarial com a retenção de impostos, e antes mesmo de liberar os holerites aos servidores, a prefeita decidiu, isentar um grupo privilegiado de servidores da retenção tributária.
“A justificativa? Evitar desgastes com servidores em ano eleitoral e facilitar alianças políticas, enquanto a prefeitura afunda em sua real e deplorável situação financeira! Adriane Barbosa Nogueira Lopes, com sua gestão temerária, violou princípios sagrados da administração pública, traindo a confiança do povo e colocando em risco o futuro de Campo Grande!”, bradou Luso, com a indignação de quem não tolera tamanha afronta.
Ele clama à Câmara que analise o pedido com a gravidade que o momento exige. Se a denúncia for acolhida, que se respeitem o contraditório e a ampla defesa, mas que o processo siga com rigor, encaminhado à comissão competente para análise e, caso o parecer seja favorável, submetido ao plenário. Que a Lei Orgânica do Município e o Regimento Interno sejam as balizas para julgar uma prefeita que, com sua má administração, parece conduzir Campo Grande ao precipício! O povo assiste, atônito, enquanto o destino da cidade pende por um fio.